quarta-feira, 16 de junho de 2010

Adversidades


Recebi, por e-mail, a história abaixo e por acha-la muito interessante e oportuna transcrevo aqui no blog:


A história abaixo deixa claro que existe céu para todos e com muitas estrelas, mas poucas, muito poucas vão brilhar realmente.
"Era uma vez um grande violinista. Alguns diziam que ele era especial, outros, que ele era até sobrenatural.
As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de assistir seu espetáculo.
Certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo.
A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro, ovacionado. Mas quando surgiu a figura do violinista, triunfante, o público delirou.
O violinista colocou seu violino no ombro, e o que se assistiu em seguida foi indescritível.
Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias, pareciam ter asas e voar com o delicado toque daqueles dedos virtuosos.
De repente, porém, um som estranho interrompe o devaneio da platéia: uma das cordas do violino arrebentara.
O maestro parou. A orquestra parou. Mas ele, o violinista não parou.
Olhando para sua partitura ele continuava a tirar sons deliciosos de um violino com problemas.
O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar.
Mal o público se acalmou quando, de repente, outro som perturbador: outra corda do violino se rompe.
O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Mas o violinista não parou.
Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível.
O maestro e a orquestra, impressionados, voltam a tocar.
Mas o público não poderia imaginar o que aconteceria a seguir: todas as pessoas, pasmas, gritaram: Oohhh!
Uma terceira corda do instrumento se arrebenta.
O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára. Mas ele... não parou!
Como se fosse um contorcionista musical, ele tirou todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído.
Ao final, o violinista atinge a glória. Seu nome corre através do tempo.
Ele não é apenas um violinista genial, mas principalmente o símbolo do ser humano que continua diante dos imprevistos e principalmente do impossível de acontecer."
CONCLUSÃO:
Este é o espírito da perseverança, da criatividade e habilidade perante os obstáculos naturais da vida.
Lembremos desta história, todas as vezes que as cordas de nossos instrumentos se romperem.
Afirmemos no íntimo: Eu sei que posso continuar! Não é qualquer adversidade que irá me derrubar, que irá me fazer desistir!
Perceberemos então, com encanto, que muitas vezes nossas mãos calejadas, obrigadas a retirar sons de uma única corda, estão sendo sempre amparadas por mãos invisíveis, que são as mãos divinas do nosso criador.
Nunca estamos sozinhos no concerto da vida na Terra.
À maneira de um público empolgado que incentiva o artista, o invisível nos dá forças, nos alimenta o ânimo, e nos aplaude cada vez que nos superamos.
Continuemos... Sem medo, sem hesitação.
Toquemos nossa música da alma para o céu azul ou para as estrelas.
Contando com as quatro cordas de nosso instrumento, ou apenas com uma delas.
Meu amigo, nunca deixe de tocar, pois o show deve continuar.
(Prof. Osmar Coutinho)

sábado, 5 de junho de 2010

Pois é...

“Nunca se queixe, nunca se explique, nunca se desculpe. Aja ou saia. Faça ou vá embora.”

Desafios


As pessoas buscam a cada dia superar novos desafios e ficam frustradas quando não conseguem atingir os resultados esperados. Muitas vezes para alcançarmos as metas que são estabelecidas, nos obrigamos a superar os nossos limites muito além do que imaginávamos ser possível. Isso acontece porque somos lembrados a cada momento que desistir significa ficar com o gosto amargo do sofrimento dos que não alcançaram o tão sonhado triunfo. Aos vencedores, o mundo reserva todas as honras e homenagens, tratando-os como verdadeiros heróis, merecedores de todas as glórias. Os perdedores, ficam apenas com o esquecimento e o anonimato, marcados pelo sentimento de derrota que sufoca seus pensamentos, paralisa suas ações em busca de retomada, fazendo-os mergulhar em um profundo abatimento. Definitivamente, não há mais espaço para derrotas e derrotados neste mundo de competição em que vivemos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

É Campeão!!!!!



O Grêmio é o campeão gaúcho de 2010 de forma inquestionável e com todos os méritos.
Digam o que quiser, desdenhem até, mas, como é bom ser campeão gaúcho. Sempre será um título com sabor especial.
E neste momento de grande alegria, um último apelo:

Fica Fossati!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Para Refletir

Esta é uma história antiga, mas sempre atual e interessante, que leva a uma reflexão sobre pessoas e as atitudes que tomam:
“Era uma vez, dois vizinhos que viviam em harmonia. Um deles resolveu criar um bichinho de estimação. Então comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animalzinho. Logo o homem comprou um filhote de pastor alemão.
Inicia-se aí a preocupação, e a conversa entre os dois vizinhos:
- Ele vai comer o meu coelho!
- De jeito nenhum. O meu cão pastor é filhote.
Crescerão juntos, vão fazer amizade.
E pareceu que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era bastante comum e normal ver o coelho e o cachorro no quintal. Sempre em alegres brincadeiras. As crianças estavam felizes cada qual com seu bichinho.
Chegou um dia em que o dono do coelho precisou viajar com a família, e o coelho ficou sozinho. No domingo à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma grande surra!
Dizia o homem:
- O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso!
Mais algumas horas e os vizinhos iriam chegar.
Todos se olhavam... E agora?!
O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
- Já pensaram como ficarão as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível.
- Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador, e
o colocamos na casinha. E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois os vizinhos chegam. Notam-se os gritos das crianças. Descobriram!
Não passaram 5 minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado.
Parecia que tinha visto um fantasma.
- O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje parecia tão bem.
- Morreu na sexta feira!
- Na sexta?
-Sim. Foi antes de viajarmos.
As crianças o haviam enterrado no fundo do quintal e agora do nada,o coelho reapareceu!”
Assim termina a história, cujo personagem central é o cachorro. Imaginem o pobre cão, desde a sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que fez ele? Provavelmente, com muita tristeza, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, pedindo ajuda, imaginando como fazer para ressuscitá-lo. E, então, o que acontece? É injustamente julgado e condenado, justamente por aqueles a quem tinha como melhores amigos. Qual o apoio que recebeu dos seus amigos racionais? Foi impiedosamente condenado, pois afinal, as evidências apontavam para ele. Pois, é assim, assim mesmo, quando nos dias atuais, cada vez mais as pessoas julgam os fatos sem antes verificar o que realmente aconteceu. Bastam algumas evidências, e pronto! Nem é necessário comprovar nada. O bom mesmo é criticar, falar mal, ser destrutivo, sem se preocupar em apurar os fatos até que não reste nenhuma dúvida. Os que se acham donos da verdade, hipócritas, não abrem mão do direito e do dever de julgar e condenar, sem se importar com os danos causados, se ao final, forem erradas as conclusões. Afinal, é só mais uma injustiça, entre tantas, não é mesmo?