terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Precisa-se

l De pessoas que tenham os pés na terra e a cabeça nas estrelas.

l Capazes de sonhar, sem medo de seus sonhos.

l Tão idealistas que transformem seus sonhos em metas.

l Pessoas tão práticas que sejam capazes de tornar suas metas realidade.

l Pessoas determinadas que nunca abram mão de construir seus destinos
e arquitetar suas vidas.

l Que não temam mudanças e saibam tirar proveito delas.

l Que tornem seu trabalho objeto de prazer e uma porção substancial de
realização pessoal.

l Que percebam, na visão e na missão de suas empresas, um forte impulso
para sua própria motivação.

l Pessoas com dignidade, que se conduzam com coerência em seus discursos,
seus atos, suas crenças e seus valores.

l Precisa-se de pessoas que questionem, não pela simples contestação.

l Pessoas que mostrem sua face serena de parceiros legais, sem se mostrar superiores nem inferiores, mas...iguais.

l Precisa-se de pessoas ávidas por aprender e que se orgulhem de absorver
o novo.

l Pessoas com coragem para abrir caminhos, enfrentar desafios, criar soluções, correr riscos calculados sem medo de errar.

l Precisa-se de pessoas que construam suas equipes e se integrem nelas.

l Que não tomem para si o poder, mas saibam compartilhá—lo.

l Pessoas que não se empolguem com seu próprio brilho, mas com o brilho
do resultado alcançado em conjunto.

l Precisa-se de pessoas que enxerguem as árvores mas também prestem
atenção na magia da floresta —que tenham a percepção do todo e da parte.

l Seres humanos justos, que inspirem confiança e demonstrem confiança
nos parceiros, estimulando-os, energizando-os, sem receio que lhe façam
sombra e sim orgulhando-se deles.

l Precisa-se de pessoas que criem em torno de si um ambiente de entusiasmo,
de liberdade, de responsabilidade, de determinação, desrespeito e de amizade.

l Precisa-se de seres racionais. Tão racionais que compreendam que sua
realização pessoal está atrelada à vazão de suas emoções.
É na emoção que encontramos a razão de viver.

l Precisa-se de gente que saiba administrar COISAS e liderar PESSOAS.

l Precisa-se urgentemente repensar um novo ser.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Manual



“Quando você nasceu, não veio com Manual do Proprietário. Aqui vão algumas dicas que podem auxiliar a ter uma vida melhor”:

-Você vai receber um corpo. Pode amá-lo ou detestá-lo, mas é a única coisa que você com certeza possuirá até o fim da sua vida.
-Você vai aprender lições. Ao nascermos, somos imediatamente inscritos numa escola informal chamada “Vida no Planeta Terra”. Todas as pessoas e acontecimentos são “professores universais”.
-Não existem erros, apenas lições. Crescimento é um processo de experimentação, no qual as “falhas” são tão parte do processo quanto os “sucessos”.
-Uma lição é repetida até que seja aprendida. Será apresentada a você em várias formas, até que você enfim entenda. Poderá, então, passar para a próxima lição.
-Se não aprender as lições fáceis, elas se tornam difíceis. Problemas externos são o preciso reflexo do seu estado interior. Quando você limpa obstruções, seu mundo exterior muda. A dor é o jeito do universo chamar a sua atenção.
-Você saberá quando aprendeu uma lição quando suas ações mudarem. Sabedoria é prática.
- “Lá” não é melhor do que “aqui”. Quando “lá” se torna “aqui”. Você vai simplesmente arranjar outro “lá” que de novo parecerá melhor que “aqui”.
-Os outros são um espelho de você. Você não pode amar ou odiar alguma coisa sobre o outro a menos que reflita algo que você ama ou odeia em você mesmo.
-Sua vida, só você decide. A vida dá a tela, você faz a pintura. Escolha as cores e pegue os pincéis!
-Você sempre consegue o que quer. Seu subconsciente determina quais energias, experiências e pessoas você atrai. Assim, o único jeito certeiro de saber o que você quer é ver o que você tem.
-Não existe certo ou errado, mas existem conseqüências. Só dar moral não ajuda. Julgar também não. Apenas faça o melhor que puder.
Suas respostas estão dentro de você. As crianças precisam de direção dos outros. Quando amadurecemos, confiamos em nossos corações, onde as leis universais estão escritas. Você sabe mais do que ouviu ou aprendeu.
Tudo que você precisa é olhar, prestar atenção, e confiar.
Você poderá esquecer tudo isso, mas pode lembrar sempre que quiser.“

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Férias

Estou de volta após duas breves semanas de férias. Aproveitei o rápido período de férias para me submeter a duas cirurgias que vinham sendo adiadas por um longo tempo. Graças à competência do Dr. Marcos Weindorfer tudo transcorreu dentro do previsto e assim estou recuperado e pronto para enfrentar os desafios de um novo ano que inicia. Gostaria de agradecer a todos que com a força do pensamento positivo e de suas orações contribuíram para o sucesso desta empreitada. Valeu!!!
E por falar em ano que se inicia, acho que nós todos não temos muito do que nos queixar de 2008 e até temos muito a comemorar. No segundo semestre, a crise global assombrou o mundo, mas a gente enfrentou tudo, até agora, com animação e esperança. Recém deixamos 2008 e estamos bem no início do ano novo. É preciso ter confiança e acreditar que em 2009 será possível espantar a crise com muito trabalho e criatividade. Teoricamente, continua tudo igual, ainda somos os mesmos, fruto das escolhas que fizemos durante a vida. A diferença é que temos um ano inteirinho pela frente para realizarmos o que quisermos, como uma folha de papel em branco, esperando pelo que iremos escrever. Que tenhamos um 2009 com muitos momentos especiais, atitudes honrosas, amizades sinceras, abraços calorosos, gargalhadas gostosas, metas atingidas e sonhos realizados. E, principalmente que Deus continue abençoando e protegendo a todos!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Festas

O período de festas natalinas neste ano está muito devagar. Normalmente esta é uma época do ano em que as pessoas se sentem mais sensíveis, mas há toda a agitação natural que antecede as festas e também cresce o entusiasmo com a chegada do novo ano e com ele a perspectiva de uma vida melhor. Ao que parece, o espírito natalino este ano está demorando um pouco mais para contagiar as pessoas. As luzes de Natal ainda não iluminaram a alma das pessoas.
Não se pode negar que também há uma forte pressão por consumo. Este ano é o ano dos notebooks como o ano passado foi o dos celulares. Mas, tem uma crise rodando por aí. E, ela não apareceu nos demais meses do ano. Por ser a época do ano em que muito se fala em fraternidade, no próximo, em que normalmente as pessoas desejam para si e para os outros, saúde e muito amor, que, de fato são importantíssimos na vida de todos nós. Mas, sem hipocrisia, o que as pessoas querem mesmo é dinheiro, muito dinheiro. Poderíamos aqui tratar, longamente, os diversos ângulos da questão, que vai desde o dinheiro não compra a felicidade até os efeitos do que a falta do “money” causa na vida das pessoas. O ponto principal, na minha opinião, é que as pessoas estão deixando cair a máscara e assumindo que nos dias de hoje é cada vez mais importante ter do que ser. Ou não?

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Turbilhão

E chegamos finalmente a dezembro, último mês do ano. É um período diferente este que antecede as festas natalinas e as comemorações do novo ano que vai iniciar. Nessa época, as pessoas começam a viver um turbilhão de emoções, com a sensibilidade à flor da pele, quando alternam momentos em que se sentem bem e outros em que de repente a tristeza invade sem pedir licença. Muito se fala em fraternidade, em amor ao próximo por esses dias, mas as pessoas acabam por se sentir infelizes porque não são valorizadas pelo que são, mas pelo que tem. São dias em que acordamos angustiados sem saber direito o motivo à procura de respostas para entender o que de fato está acontecendo. São muitas as mudanças que temos que enfrentar ano após ano. Vive-se cada dia mais preocupado e introspectivo, experimentando uma estranha solidão mesmo que uma multidão esteja à nossa volta. À medida que vamos envelhecendo aumenta a sensação de que a magia que iluminava os Natais de nossa infância, vai dando lugar a um quadro cuja pintura é feita com tintas de cores reais.