"É inevitável perdoar erros quase imperdoáveis, tentar substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Fazer coisas por impulso, se decepcionar com pessoas que nunca se pensava se decepcionar, mas, também é possível ter decepcionado alguém. Abraçar pra proteger, dar risada mesmo quando não se pode, fazer amigos eternos, amar e ser amado, mas, também ser rejeitado, ser amado e não amar. Chorar ouvindo música e vendo fotos, ligar só pra escutar uma voz, se apaixonar por um sorriso, pensar que fosse morrer de tanta saudade e ter medo de perder alguém especial (e acabar perdendo)! Mas viver! Não apenas passar pela vida... Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante".segunda-feira, 28 de julho de 2008
Determinação
"É inevitável perdoar erros quase imperdoáveis, tentar substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Fazer coisas por impulso, se decepcionar com pessoas que nunca se pensava se decepcionar, mas, também é possível ter decepcionado alguém. Abraçar pra proteger, dar risada mesmo quando não se pode, fazer amigos eternos, amar e ser amado, mas, também ser rejeitado, ser amado e não amar. Chorar ouvindo música e vendo fotos, ligar só pra escutar uma voz, se apaixonar por um sorriso, pensar que fosse morrer de tanta saudade e ter medo de perder alguém especial (e acabar perdendo)! Mas viver! Não apenas passar pela vida... Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante".sexta-feira, 25 de julho de 2008
Morre um pouco...
"Morre um pouco quem faz sempre o mesmo trajeto. Quem só come o prato predileto. Morre um pouco quem vive sem sorrir. Quem não procura se distrair. Morre um pouco quem velho começa a se achar. Porque não é o fato do passar dos anos que vai nos modificar. Morre um pouco quem não se atreve a cantar.Quem se recusa a dançar. Quem não gosta de conversar. Quem uma pessoa amiga procura evitar pra não ter que falar. Morre um pouco quem só pensa em trabalhar. Quem nunca tira um dia pra passear, vadiar, ou simplesmente pensar... Morre um pouco quem nunca se arrisca a voar. A sonhar... Quem leva a vida muito a sério vai morrendo aos poucos. Vai se transformando num ser sem graça até pra si mesmo. Precisamos ousar. O nosso corpo não pode nos aprisionar... Vamos transpor as barreiras que erguemos ao longo do tempo. Vamos viver, que a vida está aí. É só aproveitar..." quinta-feira, 24 de julho de 2008
Chinelos
Com a chegada dos primeiros dias de frio, precisei abandonar as havaianas, inseparáveis companheiras no verão e apelar para um novo chinelo. Comprei um com solado de borracha, preto conservador e forrado com pele. Assumi definitivamente a minha condição de pertencer à juventude geriátrica. A minha filha, na sua forma direta, definiu instantaneamente como chinelo de velho. Mas, nada como estar com os pés aquecidos. Depois, acabei lembrando de que quando era criança (isso faz muito tempo, acreditem) tive um chinelo desse. E, como gostava deles. Como, depois de tanto tempo pude recordar isso! E, lá vieram outras lembranças da infância, o que aliás vem acontecendo com freqüência. Acredito que uma das maiores perdas que um adulto pode ter na vida é chegar exatamente nesta fase sem qualquer resquício da infância. Não se trata de querer parar o tempo para continuar sendo eternamente uma criança. O risco está em perdemos a pureza que normalmente só conseguimos de forma integral nos primeiros anos de vida. É por isso que vale a pena nunca apagarmos certas atitudes comumente associadas ao inocente mundo infantil. Afinal, os chinelos forrados com pele não têm idade. Assim como o encanto da infância.quarta-feira, 23 de julho de 2008
Mesmice
Impossível deixar de tratar de uma das questões que insiste em perturbar o sono dos cidadãos em nosso país. Falo sobre a corrupção que continua a se espalhar por todos os cantos. As notícias mais recentes sobre o assunto, parecem, de certo modo, meras repetições de outras mais antigas que tratam sobre o mesmo tema. São de tal modo repetitivas que impressionam num primeiro momento, mas, logo a seguir, reacendem a memória recente para cair na mesmice que conduz ao desinteresse. É assim que as pessoas acabam reagindo quando se deparam com esse tipo de notícia. Fica a sensação de que é perfeitamente natural a rotineira vazão de dinheiro dos cofres públicos para os bolsos de particulares que tratam a coisa pública como se sua fosse. Estamos todos ficando perigosamente acostumados com tudo isso. A rejeição e a contrariedade com a podridão que continua a se espalhar são cada vez menores. Falta ação, reação e maior indignação por parte das pessoas. É preocupante, muito preocupante!
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